segunda-feira, 10 de junho de 2013

Decidi ser feliz


Em meio a provas de fim de semestre, não estou tendo muito tempo para postar no blog... Mas com as merecidas férias, vou ver se a frequência de posts aumenta.
Ontem tive simplesmente a vontade de fazer coisas que fazia no passado. Venho mudando há algum tempo, ouvindo rock pesado, indie e folk, mas, senti saudade do tempo que era só feliz, sem preocupações, e as músicas que ouvia naquele tempo em meados de 2004-2008, eram somente e absolutamente Shakira.
Eu era mais solar, radiante e doce eu diria. Com o tempo fazemos uma casca para nos proteger, mas ontem peguei o cd que mais gosto dela (o primeiro que tive) que estava lá em um um canto, passai pra mp3 e coloquei no celular.
Decidi ser feliz, e para esse primeiro passo, ouvir um pouquinho que seja de Shakira novamente.

O cd Greatest Hits foi lançado em 2003 com os mais vendidos singles dela. Por que gosto?
-Simples, ela como eu mudou também. Não curto essas fase dela de música comercial. Antes ela escrevia com o coração,  na Colômbia em Barranquilla... Ela tinha anseios, e com eles produzia poesias melodiadas...
Amo a fase Pies Descalzos de 1996... É a melhor fase dela.
Abaixo colocarei as músicas na ordem do cd. Divirtam-se ouvindo.

















segunda-feira, 3 de junho de 2013

Ops Falei! #Pregando o Antissocialismo



Estranho mudar uma rotina depois de meses vivendo nela. Mais do que mudar uma rotina, um convívio.
Ter como amigos seres inanimados, muitas vezes é a melhor escolha. Não há lugar melhor que seu quarto...
E amores, se apaixonar por personagens de livros... Bem assim.
Ser antissocial (rótulo que as pessoas dão a aquelas que não se interagem com a sociedade), não é tão ruim.
Estar e conviver com pessoas é difícil em qualquer nível de relacionamento. No trabalho, escola, vida pessoal e família... Sempre há algo que vem e abala tudo.
Principalmente quando se está em um lugar onde você não se encaixa.
Lembro daquele episódio de "Todo mundo odeia o Chris", em que ele chega na Corleone (se não me engano) e tenta se juntar aos grupos. Com as meninas, os nerds, os caras do hip hop... Simplesmente ele não é aceito por nenhum desses grupos por ser diferente.
lógico que com o passar dos anos, isso passa a não importar. Me sinto bem, vendo meus vídeos, ouvindo minha música e lendo, mesmo sozinha. Tenho poucos amigos, mas não é quantidade que procuro. Eles me aceitaram como sou.
Eu mesma me afasto das pessoas, porque quando chego em um grupo olha o que acontece:

  • Coisas que eu gostaria de falar: Livros, música, ciência, faculdade, viagens...
  • Coisas que as pessoas normalmente falam: Balada, sertanejo, homens, mulheres, dinheiro, etc...
Simplesmente não dá... Eu não me interesso por nenhum desses temas.
E se eu for falar de coisas que gosto, eles é que se afastam de mim rçrçr.
Dias atrás vi um anime, nossa amei... Mas com quem dividiria a experiência ou discutiria sobre ele?
Tá, tenho uns amigos otakus, um vejo de vez em nunca, porque ele trabalha, os outros mais ou menos a mesma situação...Então...
Questão estudos- É uma questão que pesa e muito. Eu estudo, e não tenho muito tempo para sair (mas na verdade nem gosto muito mesmo), então a maioria dos meus amigos saem todo fim de semana, e vem sempre aquele tipo de frase: "Você nunca sai...", as pessoas normalmente não entendem que quando se está na faculdade, não se tem vida social. Ou se estuda ou se diverte, simples assim.
E outra, se não gosto de determinado ambiente e música, não vou. Não é porque todos vão a um lugar que eu estarei lá, normalmente podem me procurar, eu não estarei rç.
Questão bebidas- Todo mundo bebe (ou quase), mas quando se tem 22 anos, é obrigatório o consumo de bebidas alcoolicas?
Quando falo que não bebo, vem as pessoas e fazem uma cara tipo: "Que tapada ela é...".
Eu não gosto, fazer o quê? Como existem pessoas que não gostam de aipo, quiabo e jiló... Existem pessoas que não bebem...
Questão estilo- Também afasta ou aproxima as pessoas. Já fui alguém que procurava estar "na moda", porém minhas tentativas eram em vão huehue.
Quando se é diferente, automaticamente, suas roupas, acessórios e o que mais tiver serão diferentes.
Assumi meu estilo de "sei lá o quê", hipster, rockeira, chamem como quiser. Eu não me encaixo totalmente em um dos grupos citados.
Vou de simples a ousada, depende de como estou me sentindo.
Mas eu tô usando um oxford com uma calça escura, uma camiseta básica e uma camisa xadrez que não vi ninguém usando ainda, e minha bolsa transversal de couro preto... Meus óculos retrô...
Aí vem fulaninha usando tomara que caia, shorts que caberiam em minha prima de 7 anos e um "chinelin". Tá chiquérrima. Ela se encaixa porque isso é normal, eu não porque sou a estranha que usa roupas estranhas para fazer estranhezas huehue.
Bom esta sou eu... E gosto de ser eu...
Estou escrevendo este texto em pleno feriado, enquanto todos estão saindo por aí, prova irrefutável da minha antissocialidade.
Quer saber se é antissocial ou popular? Simples, facebook.
A menina vai e escreve: 'Ese é un bom dia concerteza" e recebe 70 curtidas, 40 comentários e 20 compartilhamentos (ela não é antissocial).
Aí você escreve: "Mas o paraíso está trancado e enclausurado...
Precisamos fazer a jornada ao redor do mundo. Para ver se uma porta dos fundos talvez esteja aberta"- Heinrich Von Klust, On the puppet Theater"
E uma pessoa curte... Ou não...
Parabéns você é antissocial, bem vindo ao time...
Esse trecho que escrevi, tirei da série Fallen, depois dos agradecimentos em cada livro, tem uma frase.
Bom meus queridos, se chegaram a mesma conclusão que eu, saibam que não estão sós...
Somos antissociais unidos, que irônico rçrç...

-Daiane C Silveira

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pluie froide d'hiver



É sempre assim,
nas frias chuvas de inverno.
Que dói...
Em que o choro se torna eterno

Em que tenho lembranças doces,
que escorrem em forma de lágrimas.
Que me lembra um certo anjo,
que cuidava de minha alma.

Anjos aparecem, e se vão...
Mas quando se vão deixam um vazio imenso,
para lembrarmos o quanto são importantes...
São únicos.

Ele é um anjo...
Que me encontrou, não sei como...
Não sei onde, nem porque...
Só me encontrou.

E se for...
Vai doer como agora dói...
Como a fina chuva de inverno...
Congela minhas lágrimas.



-Daiane C Silveira
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